segunda-feira , 23 fevereiro 2026
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investigação do Master fez credibilidade do Brasil melhorar no exterior

O presidente da ApexBrasil, Jorge Viana, afirmou nesta segunda (23) que a investigação do escândalo do Banco Master elevou a credibilidade do Brasil no exterior e reforçou a imagem de um país com instituições sólidas. Ele está acompanhando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na viagem oficial à Índia e à Coreia do Sul, onde acordos bilaterais foram assinados entre o final da semana passada e o início desta semana.

Questionado se empresários dos dois países demonstraram preocupação com o sistema financeiro brasileiro ou com possível envolvimento de agentes públicos no caso, Viana afirmou que a investigação teve efeito contrário. Para ele, o episódio “só faz crescer o respeito do Brasil”.

“Ele [caso Master] no fundo é uma demonstração do momento que o Brasil vive. O presidente do Banco Central, a Polícia Federal, a Receita Federal desmontaram a maior fraude do sistema financeiro do Brasil na história. Esse Banco Master era uma fraude enorme apoiada por setores importantes da elite brasileira e até do Congresso Nacional. Isso ajuda o Brasil a ganhar mais respeito”, declarou  em registro do site Poder360.

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Na avaliação do chefe da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos, o caso mostra que o país tem instituições capazes de agir com firmeza para proteger o mercado e garantir segurança jurídica. Ele sustenta que essa resposta fortalece a confiança de investidores estrangeiros interessados em fazer negócios no Brasil.

Viana foi responsável pela organização de fóruns empresariais que reuniram mais de 600 empresários nos dois países, e disse que representantes afirmaram confiança no ambiente de negócios brasileiro, atribuindo parte desse cenário à condução econômica do ministro Fernando Haddad, da Fazenda.

Entre as tratativas com os dois países, Lula pressionou a Coreia do Sul a derrubar as barreiras sanitárias à carne brasileira, fortemente influenciadas por pressão de produtores locais. Outros dez acordos foram fechados, entre eles referentes a minerais críticos.

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